Alexandre André destapa careca de Chivukuvuku

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O presidente do Grupo Parlamentar da CASA-CE, Alexandre Sebastião André, disse esta semana, em Luanda, que Abel Chivukuvuku teve um mandato marcado por muitas dívidas, enquanto esteve como Presidente da Coligação.

Alexandre Sebastião, em entrevista concedida a televisão comunitária do Cazenga (Tv-Nzinga), revela que, uma boa parte das dívidas, terão sido contraídas a um cidadão chinês, num total de quase cinco milhões de dólares, e, que até a sua saída, não chegou a ser paga pela antiga direcção. Dívida esta, que agora está a ser paga pela actual direcção liderada por André Mendes de Carvalho (Miau).


Na referida entrevista onde o politico faz revelações surpreendentes, Alexandre Sebastião, afirma que, em consequência das dívidas deixadas por Chivukuvuku, destituído por cinco dos seis partidos da coligação, vários Secretários Municipais têm estado a enfrentar dificuldades diversas, como a faltade meios de locomoção para trabalho politico nos municípios, entre outras, sem que, até ao momento, se vislumbre um fim a vista.
“Temos uma dívida de quase cinco milhões de dólares, que tínhamos que pagar a um empresário chinês, isto para não falar de outros milhões de kwanzas que nós encontramos.


Revela Alexandre Sebastião. A par de acusações de dividas milionárias contraídas por Chivukuvuku, e que agora está a ser paga pela nova direcção, o antigo líder da CASA-CE, é também acusado de nunca ter construído sequer uma única infra-estrutura, instalações definitiva, que pudessem servir de propriedade autónoma da coligação, durante o seu mandato. “Essa nova direcção não encontrou nenhum anexo de propriedade da CASA-CE, era tudo renda, renda renda. Conta Alexandre Sebastião.


ASA, como também é conhecido nos circulo da política Luandense, explica, que parte do dinheiro alocado para a coligação, na altura em que Chivukuvuku foi presidente, era usado apenas para meios de propaganda, como camisas e bandeiras. O politico, afirma, que a aposta da nova liderança, tem sido a revitalização da coligação e da correcção das supostas más práticas da antiga gestão, a quem adjectiva de ter sido danoso.

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