Cerca de 60 participantes, incluindo jornalistas de órgãos públicos e privados, correspondentes internacionais e comunicadores institucionais participaram quarta-feira, 20, numa acção de formação nacional dedicada ao papel dos órgãos de comunicação social na gestão de crises de saúde pública.
Trata-se de uma iniciativa do Ministério da Saúde (MINSA), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), com o apoio da União Europeia, reflectiram sobre os desafios da saúde pública em Angola e reforçar o papel fundamental da comunicação na salvação de vidas, na promoção de comportamentos saudáveis e no combate à desinformação.
na nota de imprensa consultada pelo Repórter Angola, a instituiução diz que “Este encontro marca o início de um esforço conjunto para a criação da Rede de Comunicação para a Saúde em Angola, uma plataforma colaborativa que visa fortalecer a ligação entre os órgãos de comunicação social, as autoridades de saúde e os parceiros internacionais, promovendo uma resposta mais eficaz e coordenada em emergências sanitárias”.
Conforme o documento, num contexto em que Angola enfrenta desafios persistentes, como a mortalidade materna e infantil, surtos epidémicos e os impactos das alterações climáticas, a comunicação clara, acessível e baseada em factos torna-se um pilar fundamental da saúde pública.
A organização argumenta, ainda, que a informação correta no momento oportuno pode fazer a diferença entre o risco e a protecção, entre a dúvida e a confiança.
O programa incluirá sessões práticas, debates e partilha de ferramentas para melhorar a qualidade e a responsabilidade da cobertura jornalística dos temas de saúde.
Através desta iniciativa, refere a nota, os parceiros reafirmam o seu compromisso com uma Angola mais informada, mais saudável e mais preparada para enfrentar os desafios sanitários actuais e futuros.